[Resenha]: "À Espera de Um Milagre", de Stephen King





Paul Edgecombe é o narrador dessa história que ocorreu em 1932, quando ele era o chefe dos guardas do Bloco E na Prisão de Cold Mountain, onde ficava o corredor da morte e a cadeira elétrica. Naquele ano, chegou ao Bloco, para passar uma temporada antes de morrer eletrocutado, John Coffey, condenado pelo estupro e assassinato de duas irmãs gêmeas de 9 anos. De imediato, o guarda Edgecombe percebeu que Coffey era um prisioneiro diferente e extraordinário. Ele era negro, muito forte e tinha mais de dois metros de altura, mas em vez de transmitir medo, transmitia gentileza e passividade. 

Quanto mais convivia com Coffey, menos Edgecombe acreditava que ele fosse um assassino cruel. O gigante de ébano possuía uma expressão ao mesmo tempo triste e serena, e não parecia haver nenhuma violência real dentro dele. O guarda começou, então, a questionar seu trabalho. Afinal como comandar a execução de um homem que ele achava ser inocente? Por isso vai tentar buscar a verdade sobre aquele prisioneiro que mais parecia ter caído do céu.

A história contada em flashback por Paul Edgecombe, resulta em um drama comovente com toques sobrenaturais, que emociona muito. Eu amei o livro!

Título nacional: À Espera de Um Milagre
Título original: The Green Mile
Autor: Stephen King
Tradução: M. H. C. Côrtes
Nº de Páginas: 232 
Formato: eBook Kindle  
Ano de lançamento no Brasil: 2010
Editora: Suma
Gênero: Realismo mágico 


Nas telas, o diretor Frank Darabont recriou, em 1999, a história notável de Stephen King, com Tom Hanks interpretando o guarda Edgecombe.



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