[Resenha]: "A Lady de Lyon", de Julie Garwood



Título nacional: A Lady de Lyon

Título original: The Lion’s Lady

Autora: Julie Garwood

Tradução: Natália Tadeu

Nº de Páginas: 374

Formato: eBook Kindle

Ano de lançamento no Brasil: 2017

Editora: Universo dos Livros

Gênero: Romance de Época norte-americano



Logo no início da história ficamos sabendo que Christina, a bebezinha de pele branca, cachos dourados e olhos azuis, apesar de ser filha de nobres ingleses, foi criada pelos Dakotas, povo indígena das Grandes Planícies da América do Norte, depois que sua mãe morreu. Toda a saga que levou Jessica, a mãe de Christina, para tão longe da Inglaterra e do marido, e fez com que sua filha fosse parar nos braços da amorosa índia Alegria, é contada aos poucos, no início de cada capítulo da história, através da reprodução de partes do seu diário.

Rodeada de muito afeto e proteção, Christina cresceu entre os índios e ao completar dezessete anos, apresentava força e habilidades necessárias para sobreviver no mundo dos brancos. Assim sendo, Alegria cumpre a promessa que fez à Jessica, e envia a moça de volta à Inglaterra.. 

Christina Bennett causou furor na sociedade londrina. A sua beleza e o segredo do seu misterioso passado muito contribuíram para isso. A fila de pretendentes era grande, mas Christina estava mesmo era empenhada em resolver as questões familiares ligadas a uma tia avarenta, ao pai mentiroso e manipulador e a herança de seu avô materno. A ideia era achar solução para tudo e voltar logo para sua tribo. Esse era o plano, até ela conhecer Lyon, o marquês de Lyonwood: um viúvo que também evitava novos relacionamentos. Os planos de ambos, no entanto, foram por água abaixo, pois a atração mútua foi intensa e arrebatadora. 

Com uma bagagem cultural tão diferente, Christina tentou o seu melhor para se encaixar na sociedade, mas era difícil para Lyon entender que ela podia usar uma faca melhor do que muitos homens, e que preferia andar descalça, dormir no chão  e comer folhas dos arbustos do jardim. Essas situações inusitadas deixavam o Marquês de Lyonwood divertidamente confuso e isso é, com certeza, o melhor do livro. 

Para mim, o único ponto negativo do enredo é chegar ao final da história sem notícias dos Dakotas. Teria sido bem legal se Christina tivesse voltado à tribo para apresentar a todos o seu amado marido.


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