[Resenha]: "A Mulher na Janela", de A. J. Finn





Anna Fox, uma psicóloga infantil de 38 anos, é “a mulher na janela”. Ela sofre de agorafobia, transtorno que a mantém em casa reclusa há quase um ano. Sozinha, ela passa seus dias bebendo vinho, jogando xadrez na internet, assistindo filmes antigos e espionando seus vizinhos. 

Há dois mistérios que impulsionam a trama. O primeira diz respeito ao evento traumático, inicialmente não identificado, que motivou a agorafobia em Anna. O segundo está em descobrir se o assassinato de uma mulher na casa do outro lado da rua, que Anna viu enquanto bisbilhotava a vizinhança, aconteceu mesmo ou foi só uma alucinação, influenciada pela grande quantidade de vinho e pelos muitos clássicos de suspense que ela não se cansava de assistir na TV. 

Não vou dizer que “A Mulher na Janela” me surpreendeu 100% porque eu desvendei algumas situações antes que fossem elucidadas, mas a personagem principal me cativou demais. Anna Fox é uma verdadeira bagunça, sempre bêbada, fragilizada e confusa, mas ao mesmo tempo é muito humana e está constantemente pronta para ajudar os outros. O perfil rico da personagem principal,  o ritmo rápido da leitura e a farta referência aos clássicos de suspense da Sétima Arte, fizeram com que eu gostasse bastante da leitura.  


Título nacional: A Mulher na Janela
Título original: The Woman In The Window
Autor: A. J. Finn
Tradução: Marcelo Mendes
Nº de Páginas: 352
Ano de lançamento no Brasil: 2018
Editora: Arqueiro
Gênero: Suspense psicológico


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